Nessa última terça-feira (12/01/16) foram apresentados os PLANOS DE AULA da disciplina PRÁTICAS DE ENSINO NA EDUCAÇÃO INFANTIL. Embora sua elaboração tenha ocorrido de forma individual, a apresentação deu-se de forma coletiva. Cada membro expôs sua vivência à cerca da atividade que produziu e, posteriormente, aplicou com crianças da Educação Infantil, sejam elas pertencentes a alguma instituição de ensino, projeto social, familiares; entre outros. A seguir, apresentaremos os planos produzidos pela nossa equipe.
CRISTIANE
Ajudando as crianças a se colocarem no lugar do outro: compreendendo e respeitando as diferenças.
Formação
Social e Pessoal
Escola:
EMEI III – Profª Yoalanda Mazza Fortunato (Av.
Dr. Antonio Galízia, 902 – Bairro do Livramento- BARIRI).
Objetivos:
Aproximar as crianças em torno de uma atividade comum possibilitando uma
atividade cooperativa;
Ajudar
as crianças a se colocarem no lugar do outro e respeitar as diferenças.
Conteúdos: Interação,
respeito as diferenças entre as pessoas .
Ano: Pré-escola
II (5 anos).
Tempo estimado:
1hora e 30min.
Material:
tiras de panos para vendar os alunos, brinquedos, pedaços de madeira,etc (para
serem colocados como obstáculos a serem passados ).
Procedimentos:
etapas
1°
etapa: Apresentação do vídeo https://www.youtube.com/watch?v=zbPPoF1ax88,
como introdução ao assunto, em seguida perguntar o que as crianças entenderam
do mesmo.
2°
etapa: Preparar o circuito, com obstáculo no caminho( brinquedos, pedaços de
madeira, criar pequenas poças de água, etc) e dividir as crianças em duplas
(meninos com meninas, meninas com meninas,meninos com meninos) para a
realização do circuito, após cada dupla realizar o mesmo é feita a troca de
crianças nas duplas.
3°
etapa: Sentar em roda e conversar com as crianças sobre as dificuldades
encontradas, como se sentiram estando vendadas e sendo guiadas pelos colegas.
Avaliação:
Analisar as dificuldades encontradas pelas crianças estando vendadas,se
sentiram confiança no colega que o estava guiando, se conseguiram se colocar no
lugar do outro.
Relato após aplicação do
plano de aula: No começo, achei que teria dificuldades em
aplicar esse plano devido à idade das crianças, porém ocorreu tudo dentro do
esperado, passei o vídeo, eles assistiram, em seguida expliquei o que teria que
ser feito, e com a ajuda de um aluno expliquei como teria que ser feito o
circuito, como o colega deveria auxiliar o outro para não tropeçar, ou esbarrar
em alguma coisa. Feito isso formamos as duplas e começaram a fazer o circuito,
no começo tiveram dificuldades, porém com o tempo foram se adaptando e
conseguindo realizar, claro que algumas vezes esbarravam em algo, entretanto o
objetivo principal era conseguir a confiança no colega, respeitar as
diferenças. Após a realização sentamos em circulo e as crianças falaram o que
acharam, algumas disseram que era uma sensação esquisita ter que ser ajudado
por outra pessoa dessa maneira, outras disseram que sentiram confiança nos
colegas, a maioria sentiu dificuldade em confiar no colega no começo, porém
depois foram sentindo confiança. Foi uma experiência nova e produtiva, e que
vale a pena colocá-la em prática.
JAMILE
Projeto Nosso corpo!
Faixa
etária: Crianças de quatro anos
(Jardim I).
Instituição
de ensino: EMEI “Valéria de Oliveira
Asenjo” – Bauru/SP.
Período:
Tarde.
Duração: 40 minutos.
Objetivos:
Objetivo
geral
Ampliar
o conhecimento sobre as partes do corpo e seus respectivos movimentos.
Objetivos
específicos
- Apresentar as partes externas do corpo humano para as crianças;
- Observar as capacidades de reconhecimento das partes do corpo;
- Observar o comportamento das crianças numa situação de coordenação dos movimentos a partir de canções;
- Desenvolver a atenção e concentração das crianças, além do senso de higiene.
Materiais
- Livro “Dos pés à cabeça”[i];
- Rádio;
- Canções: “Os dedinhos” – Eliana; “Desengonçada” – Bia Bedran; “Tomando banho” – TV Cultura Castelo Ra-Tim-Bum; “Tchutchuê Tchutchuê” – Rebeca Nemer.
Desenvolvimento
Reúnem-se
as crianças em roda convidando-as para o momento da exposição do livro. Para
iniciar, faz-se um levantamento dos conhecimentos prévios e o cântico da música
“Os dedinhos”, assim trabalha-se a concentração, o primeiro reconhecimento dos
membros do corpo e tranquiliza.
Quando
todos estiverem acomodados, apresenta-se o livro e as imagens das partes do
corpo, solicitando às crianças que digam o nome da referida parte ilustrada.
Durante a exposição, abordam-se os benefícios proporcionados pelo membro corpóreo,
mostrando suas funções. Proporciona-se, também, às crianças o reconhecimento em
si mesmo das partes citadas.
Para
abordar os movimentos, convidam-se as crianças para ‘acordar’ as partes do
corpo a partir da canção “Desengonçada” (Bia Bedran), posteriormente, o
professor trata da necessidade de higienizar o corpo para que ele se mantenha
saudável e funcionando cantando a canção do rato, “Tomando banho” da TV
Cultura. Por fim, para a coordenação, sugere-se a música “Tchutchuê tchutchuê”
(Rebeca Nemer), momento em que a criança participa e se expressa corporalmente
desenvolvendo a atenção, motricidade e reconhecimento.
Avaliação
A
avaliação será realizada a partir da observação do interesse e das impressões
das crianças durante as atividades propostas.
Decorrências
da aplicação do projeto
As crianças demonstraram bastante interesse pelo tema e participaram de
forma ativa durante toda a atividade. Foi feita a introdução, na qual
demonstraram um bom reconhecimento dos membros corpóreos, porém, com dúvidas
sobre os nomes dos dedos, a primeira canção cativou todos.
O
suspense criado na exposição do livro gerou entusiasmo e participação, as
crianças prontamente respondiam a parte apresentada e quando indagadas sobre as
funções, importância e benefícios muitos se expressaram adequadamente. A
duração da atividade foi suficiente para que não perdessem o interesse, e o
convite para a segunda canção de despertamento foi bem aceito.
Durante
a sequência de cânticos e expressão corporal, os alunos mantiveram-se em roda,
a maioria participou, mostrou-se hábil nas competências solicitadas, e as
intervenções facilitaram o alcance das expectativas. Foi interessante notar a
noção de lateralidade (esquerda e direita) que eles possuem, bem como a
facilidade para contar os números até a terceira dezena. Quando citadas as
partes íntimas do corpo, alguns demonstraram vergonha, outros, dificuldade
quando o solicitado foi voltar os pés para dentro na canção “Tchutchuê tchutchuê”
(Rebeca Nemer).
Foram
extremamente gratificantes a recepção e interesse das crianças, que resulta em
participação, aprendizagem e desenvolvimento. Além disso, o carinho, o
privilégio de ampliação de suas vivências a partir do conhecimento do mundo físico,
social e natural. Como reflexão final, pude inferir, também, a importância do
planejamento da aula para que as atividades se efetivem com organização, foco,
intenção, mediação e melhor aproveitamento.
[i] PASSUELLO,
M. C. P. Dos pés à cabeça. São Paulo: Companhia Editora Nacional,
2005.
LUCIANA
Vivenciando a Amarelinha
Introdução:
O plano de aula a seguir foi executado com crianças pertencentes ao meu eixo
familiar, prima e filho de amigos, com quatro e cinco anos respectivamente.
Objetivos Gerais:
- Promover a vivência da brincadeira Amarelinha e, por meio dela e de algumas
variações, abordar alguns conteúdos sobre o conhecimento do corpo.
-
Incentivo e valorização a cultura lúdica.
- Promoção de situações de ensino e
aprendizagem ricas para a construção de habilidades corporais básicas.
Objetivos específicos:
- Reconhecer a existência de regras nas brincadeiras vivenciadas.
-
Respeitar as regras combinadas.
-
Admitir a possibilidade de variações e adaptações nas regras originais de uma
brincadeira.
-
Efetuar movimentos básicos de arremesso, salto (com um ou dois pés), giro e
equilíbrio.
-
Idealizar e construir sequências de movimentos levando em consideração os
limites de cada um.
-
Perceber os efeitos da atividade física no ritmo da frequência cardíaca e
capacidades físicas de velocidade e força.
Tempo estimado:
40 a 50 minutos.
Materiais:
Giz, amplo espaço físico, cronometro.
Procedimentos
metodológicos: A atividade foi iniciada com a explicação
das regras tradicionais da brincadeira e a delimitação do espaço a ser
utilizado. Em seguida, começamos a brincadeira da forma mais conhecida
(desenhei a Amarelinha no chão e distribuí as pedrinhas a serem arremessadas).
Notando a dificuldade em permanecer por muito tempo em um único apoio sugeri
que passassem a saltar com os dois pés, juntos. A brincadeira prosseguiu por,
aproximadamente, dez minutos; e em seguida propus as variações:
-
1°:
Neste momento, o uso da pedrinha é dispensado
para que o foco das crianças esteja na velocidade do deslocamento e na
coordenação entre os saltos alternados de um e dois pés. Numa primeira rodada
as crianças experimentam uma corrida cada um, para ter o primeiro contato com o
desafio proposto. Nas rodadas seguintes, considera-se o tempo de cada um deles
e anota-se para transmiti-lo às crianças e para que vejam suas evoluções de
tempo. Ao final de cada percurso individual, propus aos alunos a percepção de
sua frequência cardíaca, por meio de apalpamento do pulso.
- 2°: Neste momento, a
proposta foi desenharmos uma Amarelinha diferente e saltá-la de diversas formas
(girando, de costas, com os dois pés, com um só, entre outros).
-3°: Há ainda a
possibilidade de uma Amarelinha suspensa (a qual não foi executada por falta de
espaço adequado): Para esta brincadeira, você vai precisar
de um espaço de terra ou de areia. Sobre o desenho de uma amarelinha
tradicional, espete uma vareta de bambu
em cada um dos vértices das casas da amarelinha, ou seja, nos cantos dos
quadrados que representam cada uma das casas. Feito isso, o elástico de costura
deve ser amarrado e estendido nas varetas de bambu de modo a reproduzir o mesmo
desenho da amarelinha tradicional, só que SUSPENSO do chão, a uma distância de
mais ou menos cinco cm. O desafio nesta
atividade é realizar a sequência de saltos de forma coordenada, sem pisar nos
elásticos.
Avaliação:
Para tais atividades contei com a participação de dois alunos (um menino e uma
menina), ambos muito atentos às explicações e participativos em todas as
variações. Mostraram-se muitos dispostos a aprender e a tentar até mesmo os
movimentos que ainda não haviam vivenciado em uma amarelinha (como pulá-la de
costas, com um só pé e com outra configuração, formato, por exemplo).
Mostraram-se muito surpresos no momento em que notaram sua pulsação acelerada,
devido ao exercício.
MICHELE
Ọmọ Ẹ̀kọ́- Ensino da criança
Maracatu de Baque Virado na sala de aula
PÚBLICO-ALVO: Jardim II
EIXOS TEMÁTICOS: Linguagem Musical, Educação Musical,
Cultura Popular, Manifestações Culturais, Cultura Afro-Brasileira
DURAÇÃO: uma aula de 50 minutos
Segundo o RCNEI (1998,p.47) “Outra prática corrente tem
sido o uso das bandinhas rítmicas para
o desenvolvimento motor, da audição, e do domínio rítmico. Essas bandinhas
utilizam instrumentos — pandeirinhos, tamborzinhos, pauzinhos etc. — muitas
vezes confeccionados com material inadequado e conseqüentemente com qualidade
sonora deficiente. Isso reforça o aspecto mecânico e a imitação, deixando pouco
ou nenhum espaço às atividades de criação ou às questões ligadas a percepção e
conhecimento das possibilidades e qualidades expressivas dos sons.”,esta tem
sido a grande dificuldade para se trabalhar a Linguagem Musical dentro do
contexto escolar.
Diante disso,a proposta desta aula é proporcionar uma
vivência de Maracatu de Baque Virado com as crianças do Jardim II.
A criança quando brinca,movimentando o corpo e
cantarolando canções, relaciona-se assim com a cultura e o mundo em que vive e
descobre a cada dia,dando significado à ele.Esta rica experiência de dança e
música em que está inserida proporciona à criança possibilidades de criar e
categorizar o que faz sentido à ela. Maffioletti (2007) escreve que: “É isso
que fará dela um ser humano capaz de compreender os sons de sua cultura [...]”
(p. 130).
Vamos descobrir novas possibilidades,criar e brincar o
Maracatu numa tentativa de diminuir as fronteiras entre as crianças de Bauru e
Recife.
OBJETIVOS:
1. Desenvolver
a valorização da Cultura Negra nos alunos;
2. Promover
o respeito pela ancestralidade e religiosidade afro-brasileira;
3. Conhecer
tradições e culturas diferentes;
4. Desenvolver
percepção auditiva;
5. Vivenciar
e conhecer a história do Maracatu de Baque Virado;
6. Desenvolver
a expressão,auto-estima e auto-conhecimento ;
7. Ampliar
a memória musical e o ritmo.
METODOLOGIA:
-Apresentação de Power Point com fotos da Nação de Maracatu
Porto Rico, de Recife-PE, com enfoque nas crianças que dançam e tocam na Nação.
-Vídeos com o Cortejo da Nação de Maracatu Porto Rico em
Recife-PE nas ruas no Carnaval de 2012 e 2013, também com enfoque na
participação das crianças.
-Vídeo: A menina e o tambor.
Animação que conta a história de uma menina que, ao
perceber o olhar triste das pessoas, começa a tocar um tambor enquanto anda
pela rua, e o som do tambor, que é a mesma batida do coração, conecta as
pessoas, deixando-as mais felizes. Essa animação mostra o poder da Música de
transformar e curar as pessoas.
-Conhecer e tocar os instrumentos de Maracatu: Alfaia,
Agbê e Atabaque.
AVALIAÇÃO:
Ocorrerá durante todo o
processo mediante a participação dos alunos.Roda de conversas sobre o que
aprenderam do Maracatu de Baque Virado.
RELATÓRIO: Sabemos
que a Música é de extrema importância na Educação Infantil,auxiliando no
desenvolvimento do raciocínio,concentração,criatividade.
Aliada
às nossas manifestações culturais como: Coco,Cacuriá,Maracatu,Jongo,Frevo se
torna um aprendizado rico,trazendo conscientização e valorização da nossa
cultura popular.
Aqui
escolhi o Maracatu de Baque Virado por se tratar de uma cultura de resistência
do povo negro afro-brasileiro.Engloba diversos temas em uma atividade só:
ensino de linguagem musical,valorização da cultura negra e do povo negro,mantém
viva nossas tradições da Cultura Popular.
Por
fazer parte de um grupo que pesquisa e toca a Nação de Maracatu Porto Rico,de
Recife-PE,nestes anos todos pesquisando percebi que todas estas manifestações
são apreendidas através de vivências e oralidade,usando desta
metodologia,decidi aplica-la às crianças também.
Como
eu já imaginava as crianças ficaram muito agitadas,mas canalizei toda a energia
delas para a vivência sobre o que é o Maracatu de Baque Virado.
Primeiramente
conversamos sobre o que é esta manifestação,nenhuma criança sabia do que se
tratava.
Depois
passei 3 vídeos e percebi que prestaram bastante atenção,quase não houve
conversa.
Apresentei
os instrumentos que pude levar até à escola : 1 alfaia, 5 agbês.
Fomos
para a parte externa,um local onde tinha grama.
Claro
que num primeiro momento eles fizeram muito barulho e brincaram um pouco com os
instrumentos.
Consegui
que se acalmassem e ensinei o toque mais básico da alfaia e do agbê,com poucos
instrumentos e 26 crianças foi bem difícil.
Fiz
um esquema para revezarem e enquanto uns tocavam,outros dançavam ou brincavam
na grama.
Como
teriam que voltar pra sala de aula,sentamos no chão e pedi que respirassem
fundo algumas vezes para se acalmar.
Conversamos
um pouco sobre o que aprenderam da vivência.
Foi
gratificante pois ficaram muito alegres e lembrei-os do vídeo da Menina e o
Tambor,onde todos na rua se sentiam felizes ao ouvir o tambor tocando,esta é a
magia do Maracatu.
Como
uma introdução ao Maracatu ,uma aula de 50 minutos é suficiente,porém como já
disse,Maracatu é uma vivência,uma tradição passada através dos Mestres por
oralidade.Para não atrapalhar a rotina da sala,uma aula foi o que pudemos
ter,mas constatei que foi eficaz e que absorveram algumas coisas.
RAYANE
Projeto Meu Corpo no Espaço!
Faixa Etária: 3 e 4 anos (Infantil II)
Quantidade de alunos: 14 crianças
Período: Manhã
Duração: Cerca de 30 minutos
Objetivos Gerais: Possibilitar às crianças a capacidade de reconhecer seu corpo e partes distintas deste, inserção no espaço em que vivemos e noções de lateralidade.
Objetivos Específicos:
·
Dialogar com às
crianças sobre o corpo humano e observar as noções já adquiridas;
·
Desenvolver a
percepção de frente e trás;
·
Observar a atenção das
crianças quando uma comanda for dada;
·
Propiciar momento de
descontração ao cantar uma música conhecida pelas crianças fazendo menção as
partes do corpo humano.
Procedimentos Metodológicos:Será realizada a acolhida das crianças e feito um diálogo inicial onde o tema a ser tratado será exposto. Nesse momento, deverá ser observado as noções iniciais que a turma apresenta em relação ao conhecimento do próprio corpo e as dúvidas que por ventura surgirem deverão ser sanadas de forma clara e a mais tranquila possível. Após isso, a primeira atividade deverá ser explicada às crianças, retomando as noções tratadas na conversa anterior, aqui serão dispostas as mochilas que elas utilizam em uma fileira e solicitado um a um que atenda aos comandos da mediadora para se posicionarem na frente ou atrás dessas. Nesse momento, é importante intercalar, repetir e testar a atenção das crianças com relação à comanda dada. Num último momento é realizado o encerramento da atividade com a canção Cabeça, Ombro, Joelho e Pé, da apresentadora Xuxa, que faz menção às partes do corpo humano e características da face (olhos, ouvidos, boca e nariz), deve-se observar as noções que a turma apresenta em relação às partes citadas.
Recursos Didáticos:
·
Mochilas das próprias
crianças (pode ser cadeiras ou outro objeto que possibilite a movimentação
frente/trás);
·
Rádio;
·
Canção: Cabeça, ombro,
joelho e pé.
Desenvolvimento e avaliação:
O momento da acolhida
serviu para despertar a turma, pois, sempre que chegam a escola ainda estão
meio sonolentas por se tratar do período matutina (entram por volta das 7:30
horas). Aqui a maioria se manteve atenta a explicação passada com exceção de
dois alunos que se mostraram mais dispersos. Após, no momento da realização da
primeira atividade que envolvia as mochilas dos alunos, a turma foi ficando
mais agitada e foi preciso fazer uma intervenção para que escutassem a
explicação e realizassem a atividade. Todos conseguiram, mas, houve casos em
que foi preciso repetir algumas vezes a comanda para que a criança entendesse a
posição que deveria ficar. No último momento, foi realizado uma atividade mais
descontraída com a canção da apresentadora Xuxa, a maioria das crianças já
tinha noções básicas das partes do corpo, cabeça e pés principalmente, e outras
tiveram mais dificuldades para localizar os ombros e joelhos, mas, nada de
muito preocupante, já que esse é o primeiro ano da turma numa escola. Em
relação aos órgãos do sentido localizados na face, a maioria representou
corretamente durante a execução dos gestos.
Durante
todo o trabalho, somente dois alunos não se envolveram totalmente nas
atividades, um deles é conhecido pelo comportamento agitado e outro é o mais
novo da turma e por isso nem sempre se integra em tudo que é realizado. Na
atividade de posicionamento frente/trás, uma das alunas teve maior dificuldade
pois, “imitava” a comanda dada à criança anterior a ela, e por esse motivo, foi
preciso repetir mais que uma vez o que era para ser feito. Posso destacar que a
turma se encontra em um nível coerente de desenvolvimento para idade, já que,
como mencionado acima, é a primeira vez que frequentam o ambiente escolar. Me
sinto grata por ter tido a oportunidade de realizar essa atividade, pois, já é
o ambiente em que atuo diariamente, mas, não em situação direta de
ensino/aprendizagem.
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