segunda-feira, 16 de outubro de 2017

Seminários

Boa tarde!

Neste tempo temos conversado muito sobre Educação Especial, você já parou para pensar sobre o tema?
Mais que uma necessidade é um direito, por isso te convidamos a conhecer um pouco sobre a Deficiência Auditiva (DA) que fez parte do nosso Seminário!

Com essa postagem você pode ainda acessar documentos oficiais sobre a DA e os processos de escolarização.

AEE da pessoa com DA: http://portal.mec.gov.br/seesp/arquivos/pdf/aee_da.pdf
Fascículos sobre a Educação Especial: http://portal.mec.gov.br/index.php?option=com_content&view=article&id=17009 - Fascículo 04 sobre Deficiência Auditiva e

Boa leitura!








Abraços de todas nós da Equipe Enxame de Ideias!

quinta-feira, 31 de agosto de 2017

ROTEIRO PARA ANÁLISE DOS FILMES


Filme 01: “O menino selvagem”
Filme 02: “Helen Keller e o Milagre de Anne Sullivan”

EQUIPE: ENXAMES DE IDEIAS

1- Sinopse dos Filmes.

Filmes 01: “O menino selvagem” apresenta o processo formativo humano de uma criança encontrada numa floresta francesa, por volta de 1978. Os hábitos e comportamentos do menino assimilavam-se aos de um animal, por deduzir-se que desde seu nascimento havia vivido e sobrevivido no interior do mundo selvagem. Ao ser examinada pelo psiquiatra francês, Pinel, a criança é dita como irrecuperável e incapaz de aprender o modo de vida humano por ser congenitamente inferior. No entanto, um jovem médico da época, Itard, decide comprovar que é possível recuperar o atraso formativo, que ao contrário de ser congênito, refere-se ao não contato da criança com seres humanos. Com a ajuda da governanta, Mme Guérin, Itard busca desenvolver o intelecto, os sentidos e sentimentos do garoto, agora nomeado Victor.

Filme 02: “Helen Keller e o Milagre de Anne Sullivan” conta o processo educativo de Helen Keller, uma criança com deficiência visual e auditiva, cuja interação social se vê prejudicada pela ausência de uma forma comunicativa efetiva e pela forma equivocada com que seus pais lidam com seus maus comportamentos. Em suas muitas tentativas de educar, e disciplinar a garota, os pais entram em contato com um médico regional especialista em pessoas com deficiências que encaminha Anne Sullivan, uma de suas ex-pacientes, para assistir, acompanhar e ensinar Helen. Os primeiros contatos mostram-se difíceis, em vista aos maus hábitos dados pelos pais à garota, contudo, num árduo e belíssimo trabalho, Sullivan consegue ensinar à menina as primeiras noções comunicativas em língua de sinais, junto aos princípios comportamentais interpessoais. Algumas resistências e imposições são feitas por parte dos pais, o que acarreta certa dificuldade de Sullivan alcançar os objetivos emancipatórios com Helen Keller, no entanto, em uma de suas abordagens com a garota, pode vê-la atingir o objetivo principal de compreensão comunicativa, a noção de sentido, ou seja, a relação palavra>realidade e realidade>palavra. Sullivan acompanhou Helen Keller durante toda a sua formação pessoal, e pode ajudá-la a se tornar advogada.

2- Escolha uma cena de cada filme que mais gostou, justificando o motivo.

DANIELY

Filme 01: O Filme “O menino selvagem” apresenta várias cenas que podem ser analisadas por diferentes âmbitos. Contudo, a cena que marcou de forma significativa foi o momento em que o professor precisa observar, analisar, e criar novas estratégias trabalhar com as letras do alfabeto. O menino no começo apresentou resistência e rebeldia, como consequência foi castigado. Porém, por meio da reflexão e sensibilidade o professor descobriu o percebeu a forma de raciocínio do menino naquele momento.
Outro momento marcante foi o ensino/aprendizagem referente à forma de se portar a mesa para se alimentar utilizando talher. O que parece simples para uma pessoa educada com os hábitos sociais, como, colocar um sapato e caminhar, para aquele menino se faz como um processo de lapidação de pedra brusca de forma progressiva e/ou contínua.

Filme 02: O filme “Helen Keller e o Milagre de Anne Sullivan” apresenta cenas importantes em diversos momentos. Contudo é importante destacar o momento em que a professora resolveu ficar com a menina sozinha em uma casa, distante dos pais. Foi nesse momento que ela encontrou meios eficazes de começar o processo de ensino/aprendizagem por meio da língua de sinais, sinalizando nas mãos da menina. Momento também oportuno para ensinar-lhe a se comportar durante as refeições, comer utilizando talheres entre outros.
A professora associava a língua de sinais com um determinado objeto para que Helen soubesse o sentido da palavra. A persistência da professora, a criatividade, a observação e o conhecimento foram pontos importantes para realização de todo o processo.
A distância dos pais “piedosos” em relação a Helen e a dependência da menina em relação a professora criou meios propícios para estimulá-la ao início de sua comunicação como “meio de sobrevivência”. 
No princípio as atitudes da professora pareciam insensíveis. Porém somente com o olhar de educadora, sem piedade da menina, e sim acreditando em seu potencial, que a professora conseguiu realizar mudanças significativas em apenas duas semanas (tempo estipulado pelo pai de Helen).

JAMILE

Filme 01: Cena em que as primeiras formas comunicativas são manifestas pelo menino, ao solicitar o leite, e a demonstração do seu apreço pelos passeios no campo. Este trecho evidencia a sensibilidade humana, e enriquece sobremaneira a nossa percepção como educador, existem sim muitas situações em que a aprendizagem parece ser penosa e o esforço demasiado, mas há sempre que se lembrar da ser humanidade de todos nós, como seres que sentem, que se afetam e são afetados.

Filmes 02: Cena em que Anne Sullivan solicita que os pais de Helen Kellen se retirem da sala de jantar para que ela possa lidar com a indisciplina da garota. Considero uma cena importantíssima, sobretudo, por uma fala posterior de Anne em que ela diz “O que você exige dela agora é tudo o que ela será”. A piedade dos pais ocasionava prejuízos na educação de Helen, pois a tornava uma garota mimada, realidade que se repete com frequência no que tange a abordagem familiar e até pedagógica com crianças com deficiência, e não apenas com elas. O sentimento de dó, e a falta de firmeza, o que não é sinônimo de violência, acarreta a má formação do ser humano como um ser social, e individual que é livre para fazer escolhas, no entanto precisa considerar o outro ao fazê-las.

RAYANE

Filme 01: A cena que mais me chamou atenção do filme “O menino selvagem” foi aquela que o pai adotivo de Victor tentava fazer com que ele andasse sobre as duas pernas, visto que, até então ele tinha o hábito de animais e andava sob 4 apoios. Achei a cena interessante pois, ela nos mostra claramente o fato de que nossa humanidade só se torna possível por meio do contato com outro humano. Do contrário,  é possível que qualquer um de nós na situação do menino tivéssemos tal atitude.

Filme 02: Achei muito interessante as cenas finais do filme, em que, os papeis se invertem. O pai de Helen, inicialmente muito resistente a intervenção de Anne (Sullivan) passa a compreender melhor os métodos utilizados pela mediadora,  e recebe apoio do filho mais velho. Já a mãe,  que inicialmente se mostra muito envolvida no desenvolvimento de Helen passa a ter atitudes contrárias a sua postura inicial, mas, advertida pelo marido e enteado retoma sua posição em apoiar. Metodologia de Anne.

3- Relação do filme com inclusão social ou inclusão escolar.


Os filmes mostram claramente a ideia que ainda temos em relação à pessoa com deficiência. Muitas vezes, ao nos relacionarmos com elas, temos uma postura passiva de "deixar como está" e condicionamos, tanto a pessoa com deficiência como a nós mesmos, a uma situação de dependência que não é positiva para nenhuma das partes. Fica explícito o quanto todos os seres humanos podem se desenvolver e adquirir autonomia de alguma forma em seu modo de ser e existir, desde que existam pessoas capacitadas e dispostas a auxiliá-los em seu processo desenvolvimentista, o que requer conhecimento, persistência, tempo, dedicação e sensibilidade. A eficácia no ensino e aprendizagem tem como ferramentas importantes, a reflexão do professor sobre sua didática e a avaliação de seu aluno. Por meio delas é possível planejar métodos eficazes, considerando a especificidade do aluno e a devida  flexibilidade para mudanças de estratégias quando necessário.

quarta-feira, 30 de agosto de 2017

Aula 29.08.2017

Boa noite!

Na aula de hoje dialogamos sobre a questão da sexualidade da pessoa com deficiência, você já conversou com alguém sobre o tema? Tem algum tipo de curiosidade sobre ele?

Primeiramente, sugerimos a leitura do artigo "Desfazendo os mitos para minimizar o preconceito sobre a sexualidade de pessoas com deficiência" escrito por Ana Cláudio Bortolozzi Maia e Paulo Rennes Marçal Ribeiro. 

Agora indicamos alguns vídeos para que reflita um pouco mais sobre a temática:

"Documentário do Luto a Luta" https://www.youtube.com/watch?v=aAvhSlEbC_Y

Se você é professor, coordenador, ou precisa abordar a temática e não sabe como, sugerimos que utilize os vídeos como recurso introdutório para suscitar indagações e reflexões no grupo, e com base nas discussões desmitifique as questões que são perpetuadas socialmente pela falta de conhecimento.  
É fundamental que os possíveis mitos sejam trabalhados com base em casos reais de pessoas com deficiência que falem sobre suas próprias experiências de vida, os quais permitem a mudança de paradigmas e o rompimento com a superficialidade do senso comum. Haja vista que as pessoas com deficiência vivem suas sexualidades como quaisquer pessoas, conforme podemos perceber em suas expressões e falas nos documentários antes linkados.
Os vídeos também servem como complemento após a exposição do assunto. Seu contexto dirá qual é a melhor escolha.
Ressaltamos, ainda, o quão ricas são as falas apresentadas ao longo do documentário Pipas no ar, em que pessoas próximas às pessoas com deficiência frisam a necessidade de abordar a questão da sexualidade com elas, afinal é parte da construção da identidade de todo ser humano e o conhecimento sobre o tema auxilia na prevenção, seguração e bem-estar dos cidadãos.
Não se deixe levar pelo preconceito, esclareça-se!

Abraços.

terça-feira, 22 de agosto de 2017

Aula 22.08.2017

Chegamos ao último semestre do curso, e dessa vez, nossa abordagem será a sobre a Educação Especial na perspectiva Inclusiva, estudamos um breve histórico da Educação Especial no Brasil a partir do artigo de Enicéia Gonçalves Mendes que segue:


Com base na leitura realizamos uma discussão entre as equipes cooperativas, mediada pela Professora Doutora Vera Lúcia Messias Fialho Capellini.

Agora, nossa equipe conta com três integrantes: Jamile, Rayane e Daniely. 
Todas estiveram presentes e participantes na aula!