sexta-feira, 27 de novembro de 2015

Aula 24-11-2015 - "Os fazeres na educação infantil"

Na aula de 24/11, cada equipe realizou a leitura de uma crônica do livro "Os fazeres na educação infantil", e ao final cada um dos membros da equipe, ficou responsável por uma função, que variavam entre relator, expositor, controlador de tempo e verificador.
O expositor, ficou incumbido de realizar uma síntese do que foi tratado na cronica lida pela equipe e transmitir a informação para as demais equipes da turma. O relator por sua vez, realizava anotações sobre o que os vários expositores relataram em suas diversas sínteses. Já o verificador, realizava questionamentos para verificar o entendimento da equipe sobre o que foi tratado. E por fim o controlador de tempo, que como o próprio nome já diz, ficou encarregado de controlar o tempo para cada situação na equipe.
Ao final desse momento, os membros da equipe se reuniram para discutir sobre o que havia sido tratado nas crônicas relatadas e cada membro produziu um pequeno texto/síntese geral ou mapa conceitual (a escolha ficou à critério das equipes).

Estiveram presentes:


Abraços, até a próxima aula!

terça-feira, 17 de novembro de 2015

Reflexão para o dia...

Boa tarde! O material para aula de hoje está localizado na obra "Fundamentos da Educação Infantil: enfrentando o desafio" de Janet Moyles, serão trabalhados alguns capítulos da parte 3 que abordam os ambientes facilitadores. Dentre os temas estão: o desafio de ingressar na escola, as experiências ao ar livre e as observações escritas. 

"Sair fora da sala de aula e aprender no meio ambiente natural deveria ser uma parte integral da educação de todas as crianças" afirma a Royal Society for the Protection of Birds (RSPB, 2006, p. 05 apud MOYLES, 2010, p. 202);

"A vida não é medida pelo número de vezes que respiramos, mas pelos momentos que nos emocionam e deixam sem fôlego" (CARLIN apud MOYLES, 2010, p. 200);

"A graça de um pássaro que voa bem alto. O barulho do vento nas árvores: em algum momento da vida a natureza vai emocionar você... e a mim... e a todos nós, de uma maneira pessoal, especial" (CORNELL, 1978, p.08 apud MOYLES, 2010, p. 202);

"Nós precisamos procurar maneiras de fazer com que nossa profissão valorize a informação que está na nossa cabeça, em vez de palavras no papel" (SHAUNA, 2000, p. 48 apud MOYLES, 2010, p. 208);

"Raramente se tem tempo para parar [...] e olhar o que as crianças estão fazendo" (KEATING et al., 2000, p. 449 apud MOYLES, 2010, p. 208);

"Por que nós estamos constantemente julgando as crianças? [...] Por que é importante analisar tudo o que uma criança faz?" (aluna do curso de educação infantil apud MOYLES, 2010, p. 209);

"Não é o número de observações de aula que conta, mas as evidências do diálogo profissional que ocorreu em resultado da observação" (BOUSTED, 2006, p. 16 apud MOYLES, 2010, p. 214).

Essas são as nossas primeiras considerações, e que valiosas não?!

Até breve!

quinta-feira, 12 de novembro de 2015

Aula dia 10.11

Boa noite, na aula do dia 10 de novembro de 2015, tivemos a oportunidade de discutir a respeito da  organização e execução de projetos na educação infantil, essa aprendizagem conduzirá nossas próximas atividades aguardem novidades.

Abraços,



quarta-feira, 11 de novembro de 2015

Aula 03/11/2015 - Painel Integrado

Na aula de terça passada, nossa equipe realizou a leitura do texto Organização do espaço e do tempo an educação infantil - Maévi Anabel Nono e após realizamos a confecção de um painel integrado, articulando o conhecimentos aquiridos com a leitura do capitulo 4 do livro da Bassedas.
Segue abaixo nossa produção: 


Abraços, até a próxima!!

Estiveram presentes na aula:


terça-feira, 3 de novembro de 2015

"Aprender e ensinar na educação infantil" + "Criança que brinca mais aprende mais"

Em seu capítulo 4: “A prática educativa II: critério e âmbitos de intervenção”, o livro “Aprender e ensinar na educação infantil" de Eulàlia Basseadas, Teresa Huguet e Isabel Solé aborda aspectos sobre as intervenções no ambiente infantil educativo, assim traça pontos importantes a serem considerados e observados pelos agentes educativos dentre os quais a valorização da adaptação do planejamento às eventualidades do cotidiano, constituindo-se propostas alternativas, não rígidas que são terrenos adubados/férteis para a educação; inclusão da gestão e controle da aula para uma boa interação, na qual o professor é sujeito privilegiado e de referência; a promoção da autonomia e convivência com a proposição de regras a partir das necessidades e contextos (adequação e consenso); propiciação da escola como local onde as crianças manifestam alegrias, inseguranças, tristezas, etc. sendo importante gerar o bem-estar, segurança, respeito, afeto, motivação, reconhecimento dos limites e possibilidades para que elas ganhem confiança, construam o autoconceito (conceito sobre capacidades) e autoestima (valor) positiva, integrando e favorecendo crianças com necessidades especiais, e dificuldades relacionadas às experiências de vida, em um trabalho conjunto com outros profissionais e familiares.
O ensino é visto como atividade conjunta, compartilhada, que assegura à criança ir conhecendo e construindo progressivamente o mundo que a envolve, para tanto considera o construtivismo dialético: atividade autoestruturante, desenvolver ações mais adequadas para alcançar o objetivo; relação triangular (criança, objeto, intervenção das pessoas de sua cultura); a intervenção contingente (adequada) que gera maiores possibilidades na criança - ZDP; o conceito de andaimes (Bruner) que são fornecidos pelos professores como apoios para o aluno avançar; aprendizagens globalizadas: estabelecer relações entre o que é apresentado e o que já se sabe – aprendizagem mais ou menos significativa - perceber a realidade, mas esclarece: não é preciso globalizar tudo, não estabelecer relações artificiais.
Estabelecendo um paralelo com o livro “Criança que brinca mais aprende mais” de Denise Pozas, observamos a valorização dos jogos como formadores de ZDPs, simbolismo e tendências evolutivas, pois permitem aproximação com o mundo do adulto, afastamento da realidade imediata, a diversão, alguns não respondem a uma finalidade externa, tem caráter imediatista, espaço para livre iniciativa, liberdade, “faz-de-conta”, jogos de construção, simulação e ficção, jogos regrados, jogos esportivos, jogo motriz, atividades apresentadas em forma de jogos – falar ligeiro, nomear objetos que aparecem em uma imagem, seguir um caminho, localizar objetos por descrição – atividades dirigidas; jogo pelo jogo – deleite, situações planejadas de jogo – intenção na aprendizagem, cantinhos de jogos, tipo didático (quebra-cabeça, encaixe, dominó), jogo simbólico, construção, experimentação, regras, heurístico (estimular o jogo e o valor deles).
Pozas destaca a diferença entre brincadeiras livres, como aquelas em que há liberdade de ação, regras, relevância no brincar, não linearidade e contextualização, e brincadeiras dirigidas as que não são de livre escolha, partem do adulto e possuem planejamento preestabelecido. Para a autora, brincadeiras livres apresentam resultados superiores por seu interacionismo, construção progressiva e original do conhecimento. O grau de socialização dependerá da qualidade das trocas intelectuais existentes na relação, inferindo que com a coação não há diálogos, pois os indivíduos se limitam a aceitar as verdades impostas.
Além dessas reflexões, Basseadas et al., tratam a respeito da necessidade de rotina, e das situações (alimentação, limpeza, descanso, ordem dos pertences, entrada e saída) que precisam ser atendidas e ensinadas na educação infantil para a formação integral do ser humano. A respeito dos materiais, devem ser de uso coletivo, individual, de escritório consumível e fixos, sucatas; resguardadas a segurança, variedade, bom estado, distribuição e organização.
Por fim as autoras descrevem algumas sugestões para as faixas etárias da educação infantil:

  • 0-1: favorecimento das capacidades de deslocamento (almofadões, roupas), percepção (livros de desenho, chocalho), motricidade (bola, pelúcia), representação;
  • 1-2: motricidade (brinquedos de arrastar, triciclos, encaixe, montar), motricidade fina (plásticos adesivos, lápis, papel, balde, pá), representação;
  • 3-5: simbólico (linguagem, faz de conta, cozinha, garagens, marionetes, fantasia), representação do espaço (quebra-cabeça, construção, dominó, encaixe), motricidade fina (lápis, papel, tesoura, pincel, massinha, carimbo, tecido), mundo escrito e linguagem (contos com legenda, historinhas, vídeos), criativa (recorte de revistas, cartolinas, caixas), motoras (tobogãs, triciclos, cordas), sensibilidade musical e ritmo.
Apesar destas considerações relevantes, sugerimos que as obras sejam lidas em sua inteireza para maiores aprofundamentos e aprendizagens!



Ampliando conhecimentos com leitura!

Bom dia!

Estivemos um tempinho sem postar, mas não deixamos de trabalhar! 
Na aula do dia 20.10.15 nossa atividade foi teórico-prática e estudando a obra: "Criança que brinca mais aprende mais" de Denise Pozas, uma leitura que aborda a pesquisa realizada pela autora sobre a resposta para as indagações: Será que crianças que brincam mais aprendem mais? Quais brincadeiras proporcionam de fato essa melhor e maior aprendizagem?
Se você está curioso para saber a resposta, procure em uma biblioteca, sebo ou livraria a obra e bons estudos!

Abs