terça-feira, 26 de maio de 2015

Aula 21.05.2015 - Bases Teóricas da Educação

Na aula de hoje fizemos a leitura e discussão do 3º capitulo do livro Oficinas de Estudos Pedagógicos: Reflexões Sobre a Prática do Ensino Superior - PINHO, Sheila Zambello, que trata das bases teóricas da educação. Com isso, pudemos trocar ideias juntamente a professora, sobre essa questão na escola que temos hoje. 

O texto retrata valores da educação a partir do conhecimento da realidade (teoria) e sua função posterior, a prática. Como já estudado anteriormente, sabemos que ambas são indissociáveis e que todo conhecimento teórico requer uma aplicação, porem, o saber metódico tende a se sobrepor ao saber espontâneo e como futuros pedagogos precisamos ter um senso crítico bastante apurado para assim construir e reconstruir nossa prática a partir de tais bases estabelecidas. Para isso o dialogo é sempre bem-vindo e foi isso que fizemos.

Estiveram presentes:


sábado, 23 de maio de 2015

Aula 15.05.15

Boa tarde!

Iniciamos a aula do dia 15/05/15 com as práticas de musicalização na educação infantil cantando a canção "Sopa" do grupo Palavra Cantada, você conhece?


Logo em seguida, nossa equipe fez a leitura de um poema selecionado com muito carinho...

“Não sei se a vida é curta ou longa para nós, mas sei que nada do que vivemos tem sentido, se não tocarmos o coração das pessoas. 
Muitas vezes basta ser: colo que acolhe, braço que envolve, palavra que conforta, silencio que respeita, alegria que contagia, lágrima que corre, olhar que acaricia, desejo que sacia, amor que promove. 
E isso não é coisa de outro mundo, é o que dá sentido à vida. É o que faz com que ela não seja nem curta, nem longa demais, mas que seja intensa, verdadeira, pura enquanto durar. 
Feliz aquele que transfere o que sabe e aprende o que ensina." Cora Coralina

Trabalhamos, por fim, com a leitura coletiva e discussão do texto: "A relação teoria-prática na formação do educador" CANDAU, V. M. & LELIS, I. A.


Aula 14.05.15

Bom dia!!

Hoje tivemos uma aula teórico prática, ou seja, não tivemos, necessariamente, que comparecer a sala de aula para executar a atividade proposta.

Realizamos a leitura da obra: "O bom professor e sua prática" de Maria Isabel da Cunha, em breve, estaremos fazendo um post especial somente sobre o tema, aguardem!! 

Abraços



sexta-feira, 8 de maio de 2015

Nossas memórias e nossas crianças:como estrelas na Terra.

Na aula de hoje, dia 07/05, voltamos um pouco à nossa infância para recordarmos nossos tempos de escola.

Durante os primeiros anos na Educação, em geral, as integrantes da equipe tiveram experiências tranquilas e motivadoras que foram relembrados com muito carinho. Muitas lembranças boas vieram à tona, como o contato com a natureza, com as artes e brincadeiras.
A Luciana se recordou das brincadeiras, Michele de como gostava de subir em árvores e Cristiane do seu contato forte com a natureza.
Porém, quando nos lembramos do Ensino Fundamental e do Ensino Médio as recordações soam como desabafos e mostram como podemos nos aprofundar nestas questões, enquanto ser humano e enquanto educadoras.
Tivemos experiências parecidas quanto à um Ensino de exclusão, despreparo dos professores em lidar com a individualidade de cada aluno e uma política de mérito, quem executa as tarefas com sucesso é recompensado e reconhecido.
Michele nos relata que, no Ensino Fundamental, nas aulas de História, por ter obtido notas boas em todas as provas, foi contemplada com um prêmio: não precisaria fazer a prova bimestral, a mais temida de todas. Se recorda que ficou sentada em sua cadeira, enquanto toda a classe fazia a prova, o que gerou sentimento de revolta nas outras crianças que passaram a ignorá-la.
A Luciana se recorda de que era muito agitada e gostava de conversar. Acabava suas atividades e sentia necessidade de conversar, percebia que muitas vezes os professores não sabiam como lidar com seu jeito mais ativo.
Destacamos também que há professores que buscam novos caminhos com uma didática diferenciada, trazendo recursos de apoio. Um exemplo disso nos trouxe a Cristiane, que teve uma alfabetização tranquila e eficaz devido às facilidades dos recursos didáticos, dos quais os seus professores se apropriaram na época.
Não tivemos como fugir das fileiras de carteiras, das leituras exaustivas e das regras. Mas sempre guardaremos conosco aqueles professores que se destacaram pelo seu empenho, por um pequeno gesto que tiveram conosco.
No filme "Como estrelas na terra" todas nós nos vimos ali. A prática pedagógica tradicional já defasada, que pressiona e aprisiona os alunos a seguirem padrões, que anula o ser no seu individual e reforça os interesses mercadológicos.
Fica claro com tudo que vivemos até aqui e que nos é explícito no filme, que o sistema educacional tradicional vigente está ultrapassado e não comporta mais as necessidades do século XXI. Temos como resultado disso uma crise, onde alunos e professores são rivais, tornando o ambiente educacional um lugar de conflitos e duelos. Professores doentes, alunos que não se desenvolvem, frutos de uma Educação que não consegue suprir as demandas, não educa para a vida, não educa para ser humano.
O filme nos dá uma esperança, um motivo para lutarmos. Nos faz acreditar nas novas pedagogias, nos faz acreditar em nós mesmas, como profissionais.
Um professor se destaca quando olha para um aluno em dificuldade e enfrenta paradigmas, busca soluções e tem sucesso. Move uma energia muito forte, que mexe nas estruturas da sociedade e do campo educacional.
Como nenhuma mudança é fácil, ele encontra algumas barreiras no caminho, mas não desiste. Pois acredita em si, acredita no que faz.
Esse é o papel do educador.
Sabemos que é muito mais fácil o sistema nos engolir, do que o contagiarmos. Mas o que será de nós, das crianças, se desistirmos? Se não tentarmos?
Devemos buscar o conhecimento do que irá trazer o respeito à individualidade e desenvolvimento de cada vida que iremos ter como professoras. Fortalecer os vínculos, gerar confiança.
Ter consciência da enorme responsabilidade de nosso papel como educadoras.
Crer e fazer acontecer: a Educação pode e será libertadora.



Michele, Jamile, Cristiane, Rayane e Luciana.



quarta-feira, 6 de maio de 2015

Iniciando o terceiro semestre

Bom dia!

Na semana passada iniciamos o terceiro semestre e, na disciplina de práticas de ensino, estudaremos a didática, ou seja, arte de ensinar e suas implicações. Nessa etapa contamos com a integração de novos parceiros na turma, portanto nossa equipe aumentou!!! Contamos agora com a presença do Willian e da Michele, sejam bem-vindos!

Nossa tarefa para a próxima aula é assistir ao filme: "Como estrelas na terra", a todos interessados segue o link: https://www.youtube.com/watch?v=b6J0CCuA11w.
Recomendamos que assistam!

A presença de hoje foi:

quarta-feira, 18 de março de 2015

Pedagogia da Autonomia

“Gosto de ser homem, de ser gente, porque não está dado como certo, inequívoco, irrevogável que sou ou serei decente, que testemunharei sempre gestos puros, que sou e que serei justo, que respeitarei os outros, que não mentirei escondendo o seu valor porque a inveja de sua presença no mundo me incomoda e me enraivece. Gosto de ser homem, de ser gente, porque sei que minha passagem pelo mundo não é predeterminada, preestabelecida. Que meu "destino" não é um dado mas algo que precisa ser feito e de cuja responsabilidade não posso me eximir. Gosto de ser gente porque a História em que me faço com os outros e de cuja feitura tomo parte é um tempo de possibilidades e não de determinismo. Daí que insista tanto na problematização do futuro e recuse sua inexorabilidade.
Gosto de ser gente porque, inacabado, sei que sou um ser condicionado, mas consciente do inacabamento, sei que posso ir mais além dele. Esta é a diferença profunda entre o ser condicionado e o ser determinado. A diferença entre o inacabado que não se sabe como tal e o inacabado que histórica e socialmente alcançou a possibilidade de saber-se inacabado. Gosto de ser gente porque, como tal, percebo afinal que a construção de minha presença no mundo, que não se faz no isolamento, isenta da influência das forças sociais, que não se compreende fora da tensão entre o que herdo geneticamente e o que herdo social, cultural e historicamente, tem muito a ver comigo mesmo. Seria irônico se a consciência de minha presença no mundo não implicasse já o reconhecimento da impossibilidade de minha ausência na construção da própria presença. [...] Afinal, minha presença no mundo não é a de quem a ele se adapta mas a de quem nele se insere. É a posição de quem luta para não ser apenas objeto, mas sujeito também há história.

Gosto de ser gente porque, mesmo sabendo que as condições materiais, econômicas, sociais e políticas, culturais e ideológicas em que nos achamos geram quase sempre barreias de difícil superação para o cumprimento de nossa tarefa histórica de mudar o mundo, sei também que os obstáculos não se eternizam (FREIRE, 1997, p.52-53).”

segunda-feira, 9 de março de 2015

Apresentação: GESTÃO!

Boa tarde!

Conforme anunciado nas postagens anteriores, faríamos uma postagem especial com a nossa apresentação sobre gestão, portanto, para todos os interessados este é o link:  http://www.4shared.com/office/aPcfkzEbce/Gesto_-_fev_2015.html.

Para aguçar a curiosidade, veja um de nossos esquemas...


Não podemos falar em gestão democrática sem considerar os princípios acima indicados.

Destacamos um vídeo para reflexão: https://www.youtube.com/watch?v=hni89QCYLiQ é curtinho, vale a pena assistir!!

Se possível deixe um comentário com suas considerações sobre o trabalho! É muito importante sua opinião!

Abraços, até a próxima!